sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Os comunistas não fogem à luta
13:24
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Um dos
principais aprendizados dos comunistas na trajetória de quase 90 anos de
existência do Partido Comunista do Brasil é a de nunca esperar facilidades e
jamais se curvar ante as adversidades e as dificuldades da luta.
O PCdoB não foge à luta – nunca fugiu. Enfrenta, agora, uma saraivada de ataques, mentiras e ironias que a mídia capitalista difunde na tentativa de enlamear essa história construída com dignidade e luta, de cabeça erguida, em defesa do socialismo, da democracia, dos trabalhadores e da Pátria.
Não é a primeira vez que o Partido e os comunistas são caluniados. O anticomunismo renitente de parcela das classes dominantes brasileiras – principalmente daquela parte da qual o noticiário baseado em calúnias é ventríloquo – hoje se manifesta através de mentiras e ironias. A tinta da outra violência, que foi intensa no passado e ainda está presente na luta social em que os comunistas atuam, é o sangue dos comunistas. Ele deixou a digital vermelha dos heróis do povo presos, torturados, deportados e assassinados, que marca a história brasileira de maneira indelével e sinaliza o preço pago pela ousadia de lutar contra os privilégios das classes dominantes, contra as ditaduras e contra as ameaças de dominação estrangeira em nosso país.
Os comunistas nunca baixaram a crista, não importa o preço a ser pago. Não se enganam – nunca se enganaram – quanto ao tamanho da tarefa histórica civilizatória que lhes cabe e quanto às dificuldades para lutar por ela.
As adversidades de todos os tipos enfrentadas pelos comunistas desde 1922 foram, e são, manifestações da luta de classes. As classes dominantes também usam diferentes formas de luta – ora a violência sangrenta, sempre a violência da calúnia. É um embate sem escrúpulos, cujo único objetivo é erigir obstáculos à luta do povo pela democracia, pelo desenvolvimento nacional, pela soberania da Pátria – bandeiras democráticas e populares que os comunistas se orgulham de manter erguidas bem alto.
A tarefa dos comunistas é imensa e ambiciosa: derrotar o capitalismo, cuja manifestação mais radical, hoje, é o neoliberalismo, organizar as forças do progresso social (trabalhadores, empresários da produção e governo) e criar as condições para o início da transição a uma nova fase civilizatória, a construção do socialismo. Foi com esta bandeira que o Partido Comunista do Brasil cresceu no período neoliberal, contrariando o anúncio do “fim da história” e do fracasso do socialismo.
O PCdoB foi um dos construtores da vitória do presidente Luís Inácio Lula da Silva em 2002 e da abertura de uma nova página, promissora e progressista, na história brasileira. Assumiu suas responsabilidades perante o governo, e o trabalho do ministro Orlando Silva na pasta do Esporte é um exemplo do denodo, dedicação, responsabilidade e espírito público (republicano, como se diz) com que os comunistas assumem suas tarefas e desdobram-se em grandes esforços para fazer muito com pouco.
É uma situação nova na qual, contrariando as expectativas e vaticínios conservadores, o PCdoB cresceu, limpo e de peito aberto, vivendo hoje a melhor fase de sua longa história de noventa anos. Não ficou restrito ao gueto em que a direita espera confinar os partidos “revolucionários” que ela até pode aceitar desde que não alcancem o coração dos brasileiros.
O PCdoB não aceita ser confinado. Fala para milhões, ajuda o povo a compreender a luta política (luta de classes), a organizar-se, mobilizar-se e ser protagonista da mudança histórica que o país vive.
Daí o Partido ser transformado em alvo dos ataques da direita. Os comunistas, o PCdoB, nunca aceitaram, nem aceitam, qualquer forma de irregularidade, de mal uso do dinheiro público, de acomodação ao poder, de benefícios ilegais ou moralmente duvidosos. Não faz parte da tradição comunista compactuar com esse lodaçal, mas sim de combate-lo com vigor.
A tradição comunista, de Astrojildo Pereira, Luís Carlos Prestes, João Amazonas e das legiões de comunistas que estes nomes históricos representam, jamais aceitou qualquer facilidade ou desvio. Não é para isso que o PCdoB existe e mobiliza a vanguarda dos trabalhadores, mas para lutar pelo progresso social, por um novo avanço civilizatório, pelos interesses populares, dos trabalhadores, da democracia e da Pátria. O PCdoB é – sempre foi – um partido de luta, que não se intimida ante as adversidades. “Já enfrentamos ditaduras e detratores como esse há 90 anos. Isso não nos intimida”, indigna-se o presidente nacional Renato Rabelo. “O PCdoB não tem medo. É da história do PCdoB a luta pela verdade”, diz a deputada comunista deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC). O PCdoB não aceita calúnias, diz o senador comunista Inácio Arruda (PCdoB-CE). “Nós estamos prestes a completar 90 anos de idade porque topamos comprar e enfrentar todas as batalhas no campo político e ideológico”, disse com orgulho.
Na mídia capitalista, conservadora e neoliberal, há os que dizem que o Partido é “fora de moda”; outros alegam que é pequeno ante suas responsabilidades no governo (entre elas o Ministério do Esporte).
Nada disso é estranho: causaria espanto se, ao contrário, estes ventríloquos conservadores concordassem com o Partido e elogiassem sua política e suas atitudes. Algo estaria errado com o Partido se alcançasse alguma forma de complacência no campo conservador.
É preciso insistir: trata-se da luta de classes, da qual o Partido e os comunistas não fogem, e na qual lutam com todas suas forças contra o conservadorismo e a nostalgia fascista mal disfarçada destes pregoeiros da “modernidade” neoliberal.
Os comunistas têm um programa claro para a verdadeira modernidade do Brasil e de seu povo. Querem o desenvolvimento nacional e a transição para o socialismo. Querem o futuro, e não o passado; enfrentam os desafios contemporâneos no campo onde eles se colocam e lutam pelo bem estar do povo, pela democracia e pelo socialismo, e contra todas as manifestações do imperialismo. São alvos de ataques indignos e mentirosos justamente por não se omitirem – nunca foram omissos – mas se empenharem com vigor nesta luta que é a velha e permanente luta de classes. Venceremos!
O PCdoB não foge à luta – nunca fugiu. Enfrenta, agora, uma saraivada de ataques, mentiras e ironias que a mídia capitalista difunde na tentativa de enlamear essa história construída com dignidade e luta, de cabeça erguida, em defesa do socialismo, da democracia, dos trabalhadores e da Pátria.
Não é a primeira vez que o Partido e os comunistas são caluniados. O anticomunismo renitente de parcela das classes dominantes brasileiras – principalmente daquela parte da qual o noticiário baseado em calúnias é ventríloquo – hoje se manifesta através de mentiras e ironias. A tinta da outra violência, que foi intensa no passado e ainda está presente na luta social em que os comunistas atuam, é o sangue dos comunistas. Ele deixou a digital vermelha dos heróis do povo presos, torturados, deportados e assassinados, que marca a história brasileira de maneira indelével e sinaliza o preço pago pela ousadia de lutar contra os privilégios das classes dominantes, contra as ditaduras e contra as ameaças de dominação estrangeira em nosso país.
Os comunistas nunca baixaram a crista, não importa o preço a ser pago. Não se enganam – nunca se enganaram – quanto ao tamanho da tarefa histórica civilizatória que lhes cabe e quanto às dificuldades para lutar por ela.
As adversidades de todos os tipos enfrentadas pelos comunistas desde 1922 foram, e são, manifestações da luta de classes. As classes dominantes também usam diferentes formas de luta – ora a violência sangrenta, sempre a violência da calúnia. É um embate sem escrúpulos, cujo único objetivo é erigir obstáculos à luta do povo pela democracia, pelo desenvolvimento nacional, pela soberania da Pátria – bandeiras democráticas e populares que os comunistas se orgulham de manter erguidas bem alto.
A tarefa dos comunistas é imensa e ambiciosa: derrotar o capitalismo, cuja manifestação mais radical, hoje, é o neoliberalismo, organizar as forças do progresso social (trabalhadores, empresários da produção e governo) e criar as condições para o início da transição a uma nova fase civilizatória, a construção do socialismo. Foi com esta bandeira que o Partido Comunista do Brasil cresceu no período neoliberal, contrariando o anúncio do “fim da história” e do fracasso do socialismo.
O PCdoB foi um dos construtores da vitória do presidente Luís Inácio Lula da Silva em 2002 e da abertura de uma nova página, promissora e progressista, na história brasileira. Assumiu suas responsabilidades perante o governo, e o trabalho do ministro Orlando Silva na pasta do Esporte é um exemplo do denodo, dedicação, responsabilidade e espírito público (republicano, como se diz) com que os comunistas assumem suas tarefas e desdobram-se em grandes esforços para fazer muito com pouco.
É uma situação nova na qual, contrariando as expectativas e vaticínios conservadores, o PCdoB cresceu, limpo e de peito aberto, vivendo hoje a melhor fase de sua longa história de noventa anos. Não ficou restrito ao gueto em que a direita espera confinar os partidos “revolucionários” que ela até pode aceitar desde que não alcancem o coração dos brasileiros.
O PCdoB não aceita ser confinado. Fala para milhões, ajuda o povo a compreender a luta política (luta de classes), a organizar-se, mobilizar-se e ser protagonista da mudança histórica que o país vive.
Daí o Partido ser transformado em alvo dos ataques da direita. Os comunistas, o PCdoB, nunca aceitaram, nem aceitam, qualquer forma de irregularidade, de mal uso do dinheiro público, de acomodação ao poder, de benefícios ilegais ou moralmente duvidosos. Não faz parte da tradição comunista compactuar com esse lodaçal, mas sim de combate-lo com vigor.
A tradição comunista, de Astrojildo Pereira, Luís Carlos Prestes, João Amazonas e das legiões de comunistas que estes nomes históricos representam, jamais aceitou qualquer facilidade ou desvio. Não é para isso que o PCdoB existe e mobiliza a vanguarda dos trabalhadores, mas para lutar pelo progresso social, por um novo avanço civilizatório, pelos interesses populares, dos trabalhadores, da democracia e da Pátria. O PCdoB é – sempre foi – um partido de luta, que não se intimida ante as adversidades. “Já enfrentamos ditaduras e detratores como esse há 90 anos. Isso não nos intimida”, indigna-se o presidente nacional Renato Rabelo. “O PCdoB não tem medo. É da história do PCdoB a luta pela verdade”, diz a deputada comunista deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC). O PCdoB não aceita calúnias, diz o senador comunista Inácio Arruda (PCdoB-CE). “Nós estamos prestes a completar 90 anos de idade porque topamos comprar e enfrentar todas as batalhas no campo político e ideológico”, disse com orgulho.
Na mídia capitalista, conservadora e neoliberal, há os que dizem que o Partido é “fora de moda”; outros alegam que é pequeno ante suas responsabilidades no governo (entre elas o Ministério do Esporte).
Nada disso é estranho: causaria espanto se, ao contrário, estes ventríloquos conservadores concordassem com o Partido e elogiassem sua política e suas atitudes. Algo estaria errado com o Partido se alcançasse alguma forma de complacência no campo conservador.
É preciso insistir: trata-se da luta de classes, da qual o Partido e os comunistas não fogem, e na qual lutam com todas suas forças contra o conservadorismo e a nostalgia fascista mal disfarçada destes pregoeiros da “modernidade” neoliberal.
Os comunistas têm um programa claro para a verdadeira modernidade do Brasil e de seu povo. Querem o desenvolvimento nacional e a transição para o socialismo. Querem o futuro, e não o passado; enfrentam os desafios contemporâneos no campo onde eles se colocam e lutam pelo bem estar do povo, pela democracia e pelo socialismo, e contra todas as manifestações do imperialismo. São alvos de ataques indignos e mentirosos justamente por não se omitirem – nunca foram omissos – mas se empenharem com vigor nesta luta que é a velha e permanente luta de classes. Venceremos!
20/10/2011
Editorial do Portal Vermelho
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Recomendo: Chico de Assis - Poesia
20:00
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Gente,
Com um novo visual o Blog do poeta e ator, Chico de Assis,
esta cada vez melhor!
O visual novo, a poesia e as belas palavras de sempre tornam
obrigatório o acesso dos amantes da poesia à página na internet do grande Chico
de Assis.
Podem acessar a vontade: http://www.chicodeassispoesia.blogspot.com/
Aproveito para reproduzir aqui o “Mundo do Menino Impossível”
de Jorge de Lima por Chico de Assis:
________
Ficha Técnica:
Intérprete - Chico de Assis
Direção - Marco Aurélio, Rubens
Pablo Suassuna
Produção - M.A. Produções
Edição - Rubens Pablo Suassuna,
Gildeon Santos (ZaZo)
#Vejamente
19:08
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* Folheto distribuído na Avenida Paulista (SP) nas comemorações do Dia Mundial pela Democratização da Mídia.
Os homens de bem apoiam Orlando contra as calúnias da Veja
18:55
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As calúnias lançadas contra
o ministro do Esporte Orlando Silva e contra seu partido, o PCdoB, por uma
revista ignóbil publicada na capital paulista, é o melhor exemplo da
necessidade, da imposição, de uma legislação para regular a mídia e
democratizar os meios de comunicação. Dando voz a um bandido processado pela
justiça, a revista Veja iniciou
um linchamento público do ministro e seu partido a partir de acusações feitas
pelo autor das calúnias como forma de tergiversar o crime cometido por ele
próprio, a apropriação de recursos obtidos em convênios assinados com o
ministério do Esporte em 2006 e 2008, sem a menor preocupação em tornar
realidade os compromissos assumidos.
Não há pessoa de boa fé que possa dar crédito a um acusador – o policial militar João Dias Ferreira – que lança mentiras, e é acolhido por uma revista que se apresenta como séria, justamente em retaliação contra a atitude correta tomada pelo ministério do Esporte, de acioná-lo policialmente e judicialmente por não cumprir os convênios assinados com o programa Segundo Tempo e embolsar os valores correspondentes. E contra quem correm na justiça onze processos criminais. O Ministério do Esporte exige que o caluniador devolva mais de R$ 3 milhões dos quais se apropriou.
O caluniador alega, sem provas, que há um conluio para desviar dinheiro público no Ministério do Esporte, e aumenta a mentira para atingir o Partido Comunista do Brasil dizendo que eram recursos destinados ao partido.
O conjunto de mentiras vem sendo desmascarado por Orlando Silva e pelo PCdoB desde o sábado, dia 15, quando o panfleto da editora Abril chegou às bancas de jornal. As denúncias, acusou o ministro, “foram feitas por bandido". Orlando Silva repudia “veementemente as falsidades publicadas. Esse é o ponto de partida, porque é inaceitável que mentiras cuja fonte são bandidos, criminosos, tenham a repercussão que tiveram”. E tomou imediatamente as medidas inadiáveis num caso escabroso como este: pediu que os órgãos investigatórios do governo (Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União) entrassem no caso para restabelecer a verdade. Abriu todos seus sigilos (bancário, telefônico e fiscal) e pediu para ser ouvido pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República para “demonstrar a farsa publicada na revista Veja”, além de insistir em comparecer a uma audiência pública na Câmara dos Deputados para prestar esclarecimentos. A audiência ocorreu na tarde de hoje (dia 18) e dela ele “saiu maior do que entrou”, como opinaram vários parlamentares, nem todos da base de apoio ao governo, impressionados com a firmeza e qualidade de argumentação do ministro e com a consistência dos dados apresentados que atestam a lisura com que o ministério gerencia seus programas, controla seu desenvolvimento e fiscaliza a aplicação do dinheiro público.
Quem ganha com as acusações falsas acolhidas pelo mau jornalismo da revista Veja? Pode-se pensar em algumas hipóteses. A mais visível é a compulsão em promover ataques de baixo nível contra o governo da presidente Dilma Rousseff. Mal as calúnias chegaram às bancas, levantou-se o coro direitista e conservador entoando ladainhas como “mais um”, pedindo a demissão do ministro alegando a lisura da investigação, apontando para “dificuldades” do governo, prenunciando mais uma crise no capítulo da “faxina”. A pronta reação do governo, iniciada pela própria Dilma Rousseff, não deu aval a estes pregoeiros da crise.
Há também a intensão clara de atacar o PCdoB que vive, nestes últimos anos, um dos melhores momentos de sua longa e profícua história de 90 anos a serviço do socialismo, da democracia, dos trabalhadores e da Pátria. História que a calúnia tenta enxovalhar mas sem êxito, pois se defronta com o sentimento nacional que valoriza o partido e sua trajetória, como ficou claro pelo depoimento de vários parlamentares durante a audiência em que o ministro desmontou a farsa e na reação de muita gente contra as mentiras publicadas pela revista.
Estas hipóteses frequentam o campo político e traduzem a luta de classes em baixo nível praticada pelos conservadores e pela direita que, incapazes de enfrentar o governo federal e o Partido Comunista do Brasil no campo das ideias e das propostas, tentam arrastá-los para o charco em que convivem e no qual se debatem
Charco ilustrado pela outra hipótese que emerge neste caso. É no mínimo curioso pensar que esta acusação surge exatamente no momento em que o governo brasileiro enfrenta a pretensão descabida da FIFA de eliminar a meia-entrada para jovens e idosos na Copa do Mundo de 2014, permitir o consumo de bebidas alcóolicas durante os jogos, e pede o endurecimento da lei contra a pirataria para proteger seus interesses na venda de quinquilharias ligadas àquele evento esportivo.
A atitude da presidente Dilma Rousseff foi de recusa firme contra esta intromissão da FIFA na soberania brasileira, deixando claro que a lei precisa ser cumprida, e será. E o ministro Orlando Silva é o executor dessa política, não apenas por ser membro do governo, mas por convicção pessoal, política e patriótica.
A defesa do governo e do ministro Orlando Silva significa a defesa da transparência e honestidade na aplicação dos recursos públicos. A calúnia contra o ministro foi a forma canhestra de vingança de um desclassificado que é réu em um processo iniciado pelo Ministério justamente por ter embolsado dinheiro público e não cumprir as obrigações estipuladas pelo convênio que assinou.
O criminoso tenta se vingar da autoridade que cumpre a lei. Defender o governo e o ministro tem, assim, o sentido republicano de colocar o interesse público acima de tudo e exigir que a lei seja cumprida. Defender o ministro e o governo significa também lutar contra a imprensa de baixo nível, caluniosa e irresponsável, e fixar o princípio de que o serviço público prestado pelos meios de comunicação é difundir a verdade e não a mentira. Exigir o cumprimento do princípio democrático de que todos são responsáveis por seus atos e palavras e pela preservação intransigente da honra e da integridade das pessoas, que não podem ficar à mercê das calúnias acolhidas por veículos de comunicação que desinformam e usam a luta contra a corrupção como um biombo frágil para esconder interesses que não podem confessar.
Contra a Veja, contra a mídia caluniadora, Orlando Silva tem o respeito de seu partido, de seus camaradas, dos homens de bem e daqueles que querem, de fato, varrer do cenário público práticas corruptas e mentirosas que a sociedade brasileira condena e não aceita mais. "Estou confiante para que a verdade seja reestabelecida, não é possível que um criminoso se converta numa fonte de verdade", disse o ministro. Ele tem razão, e a parte do país que quer a democracia, o progresso, o bem estar do povo e a luta política limpa e às claras, está com ele!
Não há pessoa de boa fé que possa dar crédito a um acusador – o policial militar João Dias Ferreira – que lança mentiras, e é acolhido por uma revista que se apresenta como séria, justamente em retaliação contra a atitude correta tomada pelo ministério do Esporte, de acioná-lo policialmente e judicialmente por não cumprir os convênios assinados com o programa Segundo Tempo e embolsar os valores correspondentes. E contra quem correm na justiça onze processos criminais. O Ministério do Esporte exige que o caluniador devolva mais de R$ 3 milhões dos quais se apropriou.
O caluniador alega, sem provas, que há um conluio para desviar dinheiro público no Ministério do Esporte, e aumenta a mentira para atingir o Partido Comunista do Brasil dizendo que eram recursos destinados ao partido.
O conjunto de mentiras vem sendo desmascarado por Orlando Silva e pelo PCdoB desde o sábado, dia 15, quando o panfleto da editora Abril chegou às bancas de jornal. As denúncias, acusou o ministro, “foram feitas por bandido". Orlando Silva repudia “veementemente as falsidades publicadas. Esse é o ponto de partida, porque é inaceitável que mentiras cuja fonte são bandidos, criminosos, tenham a repercussão que tiveram”. E tomou imediatamente as medidas inadiáveis num caso escabroso como este: pediu que os órgãos investigatórios do governo (Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União) entrassem no caso para restabelecer a verdade. Abriu todos seus sigilos (bancário, telefônico e fiscal) e pediu para ser ouvido pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República para “demonstrar a farsa publicada na revista Veja”, além de insistir em comparecer a uma audiência pública na Câmara dos Deputados para prestar esclarecimentos. A audiência ocorreu na tarde de hoje (dia 18) e dela ele “saiu maior do que entrou”, como opinaram vários parlamentares, nem todos da base de apoio ao governo, impressionados com a firmeza e qualidade de argumentação do ministro e com a consistência dos dados apresentados que atestam a lisura com que o ministério gerencia seus programas, controla seu desenvolvimento e fiscaliza a aplicação do dinheiro público.
Quem ganha com as acusações falsas acolhidas pelo mau jornalismo da revista Veja? Pode-se pensar em algumas hipóteses. A mais visível é a compulsão em promover ataques de baixo nível contra o governo da presidente Dilma Rousseff. Mal as calúnias chegaram às bancas, levantou-se o coro direitista e conservador entoando ladainhas como “mais um”, pedindo a demissão do ministro alegando a lisura da investigação, apontando para “dificuldades” do governo, prenunciando mais uma crise no capítulo da “faxina”. A pronta reação do governo, iniciada pela própria Dilma Rousseff, não deu aval a estes pregoeiros da crise.
Há também a intensão clara de atacar o PCdoB que vive, nestes últimos anos, um dos melhores momentos de sua longa e profícua história de 90 anos a serviço do socialismo, da democracia, dos trabalhadores e da Pátria. História que a calúnia tenta enxovalhar mas sem êxito, pois se defronta com o sentimento nacional que valoriza o partido e sua trajetória, como ficou claro pelo depoimento de vários parlamentares durante a audiência em que o ministro desmontou a farsa e na reação de muita gente contra as mentiras publicadas pela revista.
Estas hipóteses frequentam o campo político e traduzem a luta de classes em baixo nível praticada pelos conservadores e pela direita que, incapazes de enfrentar o governo federal e o Partido Comunista do Brasil no campo das ideias e das propostas, tentam arrastá-los para o charco em que convivem e no qual se debatem
Charco ilustrado pela outra hipótese que emerge neste caso. É no mínimo curioso pensar que esta acusação surge exatamente no momento em que o governo brasileiro enfrenta a pretensão descabida da FIFA de eliminar a meia-entrada para jovens e idosos na Copa do Mundo de 2014, permitir o consumo de bebidas alcóolicas durante os jogos, e pede o endurecimento da lei contra a pirataria para proteger seus interesses na venda de quinquilharias ligadas àquele evento esportivo.
A atitude da presidente Dilma Rousseff foi de recusa firme contra esta intromissão da FIFA na soberania brasileira, deixando claro que a lei precisa ser cumprida, e será. E o ministro Orlando Silva é o executor dessa política, não apenas por ser membro do governo, mas por convicção pessoal, política e patriótica.
A defesa do governo e do ministro Orlando Silva significa a defesa da transparência e honestidade na aplicação dos recursos públicos. A calúnia contra o ministro foi a forma canhestra de vingança de um desclassificado que é réu em um processo iniciado pelo Ministério justamente por ter embolsado dinheiro público e não cumprir as obrigações estipuladas pelo convênio que assinou.
O criminoso tenta se vingar da autoridade que cumpre a lei. Defender o governo e o ministro tem, assim, o sentido republicano de colocar o interesse público acima de tudo e exigir que a lei seja cumprida. Defender o ministro e o governo significa também lutar contra a imprensa de baixo nível, caluniosa e irresponsável, e fixar o princípio de que o serviço público prestado pelos meios de comunicação é difundir a verdade e não a mentira. Exigir o cumprimento do princípio democrático de que todos são responsáveis por seus atos e palavras e pela preservação intransigente da honra e da integridade das pessoas, que não podem ficar à mercê das calúnias acolhidas por veículos de comunicação que desinformam e usam a luta contra a corrupção como um biombo frágil para esconder interesses que não podem confessar.
Contra a Veja, contra a mídia caluniadora, Orlando Silva tem o respeito de seu partido, de seus camaradas, dos homens de bem e daqueles que querem, de fato, varrer do cenário público práticas corruptas e mentirosas que a sociedade brasileira condena e não aceita mais. "Estou confiante para que a verdade seja reestabelecida, não é possível que um criminoso se converta numa fonte de verdade", disse o ministro. Ele tem razão, e a parte do país que quer a democracia, o progresso, o bem estar do povo e a luta política limpa e às claras, está com ele!
18/10/2011
Editorial do Portal Vermelho
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- Naldo
- Ex-diretor da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e ex-presidente da União da Juventude Socialista (UJS) de Alagoas. Atual militante e presidente do Comitê Municipal de Maceió do Partido Comunista do Brasil, PCdoB.
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