sábado, 23 de abril de 2011
Candidato a reitor da Ufal, Eurico Lobo fala em desafios para a futura gestão
22:18
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Reproduzo excelente entrevista do meu candidato a Reitor da UFAL professor Eurico Lobo concedida ao Cada Minuto:
São 32 anos de dedicação exclusiva ao ensino, à pesquisa e a extensão como professor, pesquisador e gestor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Com mestrado e doutorado em Química feitos na França, Eurico Lobo jamais perdeu o foco no desenvolvimento de Alagoas.Atual vice-reitor, dividindo a vitoriosa gestão da Ufal com reitora Ana Dayse Rezende Dorea, o professor agora parte para mais um desafio: suceder a reitora no comando da Universidade a partir do final de 2011.
Nesta entrevista ao Cada Minuto, o já candidato a reitor fala sobre sua candidatura. Confira:
Cada Minuto: Por que ser reitor da Ufal?
Eurico Lobo: Para consolidar as conquistas da atual gestão e para garantir ainda mais avanços para Alagoas por meio da expansão, com qualidade, da Ufal.
Os últimos anos foram tempos crescimento e de interiorização da Universidade, de contratação de mais de 700 professores e do alcance da marca de mais de 23 mil estudantes em mais de 80 cursos só de graduação, incluindo a educação a distância. Este trabalho precisa não somente continuar. Ele precisa ser incrementando, agregando ainda mais energia e agilidade à gestão da Universidade.
Como atingir estes objetivos?
Fazendo com que as conquistas dos últimos 8 anos não sejam descontinuadas e imprimindo ainda mais a marca da modernização, da transparência e da ousadia que fez a Ufal, por exemplo, chegar ao sertão e ao agreste de Alagoas com 27 cursos de graduação, atendendo a quase 6 mil alunos.
Quando assumimos a Ufal em dezembro 2003 o desafio era gigantesco, pois faltava pessoal, faltava motivação e os recursos para investimentos eram mínimos. Hoje o cenário é diferente, muito já foi conquistado e, acima de tudo, hoje nosso grupo está ainda mais preparado para fazer a Ufal continuar a se desenvolver.
Quais as principais conquistas da gestão atual?
São inúmeras. Muitas vezes quem chega agora à Ufal não tem este comparativo, mas é preciso que ele seja traçado. Hoje nós temos obras concluídas e em andamento com construções de salas de aula e laboratórios de ensino e de pesquisa.
Temos uma biblioteca climatizada e com acervo atualizado. A nova residência universitária e novo restaurante universitário estão em construção. Temos a Ufal instalada no interior. Realizamos inúmeros concursos para docentes e técnicos administrativos.
O Reuni trouxe investimentos concretos para a Universidade. A assistência estudantil foi em muito incrementada, com aumento considerável no número de bolsas e outros meios de assistência para nosso alunado. Para se ter uma idéia, hoje quase 3.200 estudantes da Ufal recebem algum tipo de assistência estudantil, seja bolsa ou auxílio financeiro. No começo de nossa gestão tínhamos somente pouco mais de 300 estudantes beneficiados com estas bolsas ou auxílios.
O que precisamos é manter estes ganhos e avançar ainda mais. O projeto da Ufal para reverter os indicadores sociais de Alagoas está só no começo. Qualquer alteração nesta trajetória vai fazer com que voltemos aos indicadores anteriores de uma Universidade sem interlocução com a sociedade.
Mas há também críticas com relação a alguns atrasos em obras, à violência no campus e outros problemas do cotidiano acadêmico...
Criticas todas necessárias, pertinentes, que vem sendo alvo de trabalho intenso da gestão, com soluções concretas apresentadas a nossa comunidade. Problemas que são causados pela burocracia, como alguns atrasos em obras, ou pela violência que assola nosso estado e que faz da Ufal mais uma vítima, porque realizamos um investimento muito grande em sistemas de vigilância e combate à criminalidade no campus.
Mas mesmo assim podemos afirmar sem receio que nossa candidatura representa seguir em frente, com um trabalho que vem dando muito certo. Tenho certeza que a comunidade acadêmica saberá distinguir nosso trabalho e nosso compromisso acadêmico.
Toda a gestão da Ufal está unida em torno de nossa candidatura, sem contar os inúmeros apoios que recebemos de estudantes, técnicos, professores e entidades de classe. Também temos recebido apoio das principais lideranças políticas, intelectuais, sociais e empresariais de nosso estado.
fonte: http://cadaminuto.com.br/
Impasses e alternativas ao desenvolvimento brasileiro
21:46
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Com a finalidade de debater os obstáculos para um novo projeto nacional de desenvolvimento, pesquisadores da Fundação Maurício Grabois reuniram-se na sexta feira (15). Debateram questões sobre a crise capitalista global e a evolução do desenvolvimento brasileiro, Lecio Morais, mestre em economia pela Universidade de Brasília (UnB) e assessor da liderança do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) na Câmara dos Deputados; Sérgio Barroso, doutorando em Economia Social e do Trabalho (Unicamp) e diretor de Estudos e Pesquisa da Fundação Maurício Grabois; Renildo Souza, doutor em Economia (UFBA) e da Direção Nacional do PCdoB; e Dilermando Toni, jornalista e a Direção Nacional do PCdoB.
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| Dilermando Toni, Sérgio Barroso, Lécio Morais e Renildo Souza |
Abrindo a reunião e observando o estágio ao desenvolvimento no Brasil, Barroso disse que os principais temas em foco correlacionam a crítica do estorvo (política macroeconômica) de um modelo econômico vigente caracterizado pelo “hibridismo” ou de “dualidade”, com a reemergência da problemática da inflação e do câmbio; onde os êxitos alcançados nos dois mandatos de Lula não conseguem esconder a deterioração crescente desde 2008: desindustrialização e rombo nas transações correntes.
Iniciando, Dilermando Toni fez um relato sobre a situação da economia brasileira nos marcos da crise econômica global. Segundo ele, o Brasil, do ponto de vista econômico, passa por uma fase de transição, para e passo com o que ocorre em escala mundial, um cenário que mostra a rápida ascensão da China e o lento declínio dos Estados Unidos. O país, registrou Dilermando Toni, estaria passando de uma economia estreitamente ligada ao ocidente — Estados Unidos e Europa — para vínculos mais estreitos com a Ásia, especialmente a China. A visita da presidenta Dilma Rousseff ao gigante emergente asiático e a reunião dos Bric seriam elementos que aceleraram essa nova configuração.
É uma nova realidade, enfatizou Dilermando Toni, com enormes conseqüências internas. Em seu entender, há um novo “engate” internacional da economia brasileira, agora com países em desenvolvimento e mais distante do capitalismo desenvolvido das nações imperialistas. Além dos asiáticos, destacou, o Brasil se aproxima de países da América latina, especialmente da Argentina. Com essa nova configuração, emerge um bloco com papel de destaque na economia mundial. Dilermando Toni ilustrou a constatação com dados sobre o comércio bilateral entre Brasil e China, da ordem de US$ 55 bilhões no período mais recente, com saldo brasileiro de US$ 5 bilhões, além dos investimentos pesados no país pelo gigante asiático.
Segundo Dilermando Toni, essa dinâmica traz como resultado a reprimarização da balança comercial brasileira. Ele lembrou as importantíssimas descobertas do pré-sal para indagar sobre a resultante desse processo. Segundo suas considerações, o pré-sal implica em mudanças no parque industrial brasileiro e aponta para o dilema sobre o futuro do modelo econômico: será uma grande potência energética ou fornecedor de produtos primários?
Assim – diz Dilermando -, ressurge um fenômeno novo, a inflação, devido à especulação com os preços das commodities e do petróleo nos mercados futuros. O país superou bem a crise, elegeu Dilma Roussef para a Presidência da República com uma base ampla, tem a perspectiva de iniciar brevemente a produção do pré-sal, apresenta uma safra recorde, mas se vê diante de ameaças inflacionárias, da valorização cambial e dos crescentes déficits nas contas correntes.
A partir dessa explanação, os demais pesquisadores iniciaram o debate. Lécio Morais disse que o Brasil enfrenta o grave problema da exportação da inflação pelos países centrais. No caso do Brasil, a inflação importada pela condição de grande exportador de alimentos serviu de gatilho para outras pressões inflacionárias. Além disso, a política de juro zero do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, e a redução das taxas na Europa impulsionam o fluxo de dinheiro de suas economias para a busca de maiores retornos. Esse fluxo está acelerando a inflação e apreciando as moedas dos países emergentes.
Para Morais, a macroeconomia brasileira, principalmente a política monetária, fermenta em contradições. O câmbio sobrevalorizado que ajuda a controlar os preços (ao baratear importações), transfere vendas e empregos para o exterior. Controlar o câmbio sem gerar pressão inflacionária extra implicaria em esfriar simultaneamente a demanda interna, que não contaria mais com a válvula de escape das importações baratas. Mas se isso for feito pelo recurso dos juros altos, a atratividade brasileira aos capitais especulativos aumentaria, pressionando de novo a variável cambial.
Lécio Morais disse que o preço de um eventual descarrilamento terá de ser suportado pelo Banco Central (BC), que pratica hedge (proteção) nas operações privadas de cobertura de riscos de variações, no mercado internacional, de taxas de juros, de paridade entre moedas e de preços de mercadorias. Outro problema é a acumulação de reservas cambiais, que representam um alto custo fiscal. Para Moarais, essas e outras contradições se apresentam como um dilema de difícil solução. A atração de capitais torna-se dramática quando conjugada com a política de juros altos a pretexto de enfrentar a inflação.
Ele lembrou a frase famosa do ex-ministro da Fazenda Mario Henrique Simonsen, segundo a qual "se a inflação aleija, o câmbio mata". O componente principal da inflação são os preços das commodities, conjugados com fatores internos como a distribuição de renda, que trouxe para o mundo do consumo uma massa considerável da população. Quando esses dois elementos se juntam, o resultado é um surto de alta dos preços. A elevação da taxa de juros ataca de imediato a inflação interna, reduzindo a demanda e causando perdas na renda do trabalho, mas, ao mesmo tempo, eleva a valorização do real.
Em síntese: o juro elevado combate a inflação com eficiência, mas mata a indústria nacional. A questão é saber o grau de influência da inflação externa, que não está ao alcance da política monetária brasileira. É um dilema, concluiu Lécio Morais, que exige examinar quais podem ser as medidas alternativas, levando-se em consideração a correlação de forças políticas.
Renildo Souza falou em seguida, iniciando a intervenção com uma menção ao predomínio da visão neocolonial do mundo financeiro, que advoga a tese de menos Estado, menos regulação e mais mercado. Segundo ele, essa concepção propagou a falsa idéia de que a estabilidade monetária geraria o crescimento da economia, abrindo mão de políticas desenvolvimentistas. Renildo Souza lembrou que essas versões ainda hoje são amplamente divulgadas pela mídia, como se elas bastassem para uma orientação estratégica para o país. A relação entre Estado e mercado e o tipo de inserção do Brasil no mercado internacional são os elementos que constituem o pano de fundo no debate sobre os rumos da economia brasileira, segundo ele.
Os aplausos recebidos pela presidenta Dilma Rousseff dos setores neoliberais, especialmente da grande mídia, destacou Renildo Souza, simulam, apesar de não ter resultado concreto, uma vitória política das forças conservadoras. Para ele, o dilema se apresenta com proporções ainda maiores quando se olha o cenário que compõe as dificuldades enfrentadas pelo país. Há problemas sobrepostos que estão dividindo e dilacerando o governo. Segundo Renildo Souza, há indícios de que, com apoio da mídia, o ministro-chefe da Casa-Civil, Antônio Palocci — o conhecido ex-ministro da Fazenda fortemente vinculado ao sistema financeiro —, está mais forte agora do que esteve no governo passado.
Outro desafio de grande importância, disse, é político. Em sua opinião, na se deve ter, no debate, posições estereotipadas, que conduziriam ao isolamento. Para Renildo Souza, é preciso buscar proposições que saiam da perplexidade arregimentando forças aliadas. Ele também enfatizou aspectos conjunturais, destacando a realidade da economia mundial que beneficiou o governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva com um período de crescimento, sobretudo pelo efeito China, e que agora, com a crise, castiga o governo da presidenta Dilma Rousseff. Segundo o economista, esse novo cenário força o governo a enfrentar dilemas que antes podiam ser adiados.
Mas, ressaltou Renildo Souza, os problemas inflacionários e cambiais não podem ser enfrentados por apenas um país. Como fenômeno internacional, eles exigem visões estratégicas e articulações políticas arrojadas. Segundo ele, existem a nova realidade dos Bric, uma alternativa à pressão dos países ricos. Além disso, o Brasil é beneficiado pelo crescimento e pela relativa baixa do índice de desemprego. Para Renildo Souza, são dados que contam na resistência à ofensiva política dos setores conservadores.
Sérgio Barroso encerrou as intervenções valorizando a presença dos debatedores, afirmando ser aquela uma primeira reunião nesses moldes de pesquisadores da Fundação Maurício Grabois, que visa atualização e uma sistematização dos assuntos centrais que orbitam em torno da questão fundamental do desenvolvimento econômico-social.
Para ele, na verdade, a transição existente diz respeito “à saída do modelo de uma economia mundial que fundava seu dinamismo naquilo que se convencionou chamar de modelo ‘sinoamericano’, para uma economia global que passa a ter um outro pólo – inédito ao menos desde o pós-segunda guerra mundial -, a partir do início dos anos 2000 -, onde os chamados países emergentes é quem são o centro cíclico do crescimento econômico. “Esse policentrismo atual se assemelha ao do final do século XIX e agora tem como epicentro, visivelmente, o declínio da potência imperialista”. As turbulências enfrentadas por aquele país, sua graves interferências na periferia do sistema ainda se apresentam como interrogações, do ponto de vista das conseqüências para a economia global - “onde se afirma a exuberância chinesa”, enfatizou.
No Brasil, conjunturalmente, o desafio é sair da armadilha inflação-câmbio. Para Barroso, “o nosso norte deve ser buscar as conexões ao Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento”, recentemente indicado pelo PCdoB.
A reunião concluiu pela importância da elaboração de um texto coletivo abordando as deficiências do “modelo” chamado de “socialdesenvolvimentismo” pelo ministro Mantega, nos marcos das cautelas apontadas por Renildo Souza, e uma nova argumentação em torno das alternativas para o avanço da política econômica do governo Dilma Rousseff.
(Colaborou, Sérgio Barroso)
Fonte: www.grabois.org.br
Praia Girón: o símbolo de meio século da luta anti-imperialista
21:24
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Por Maria do Carmo Luiz Caldas Leite
Depois do triunfo da Revolução, em 1959, nenhum outro fato marcou tão intensamente a história de Cuba, como a batalha de Playa Girón. Organizada pela CIA, a operação começou a 14 de Abril de 1961, com a chegada dos barcos da brigada 2.506, armada e treinada na Nicarágua e na Guatemala.
Compañeros de historia,
tomando en cuenta lo implacable
que debe ser la verdad, quisiera preguntar
-me urge tanto-,
¿qué debiera decir, qué fronteras debo respetar?
Si alguien roba comida
y después da la vida, ¿qué hacer?
¿Hasta donde debemos practicar las verdades?
¿Hasta donde sabemos?
Que escriban, pues, la historia, su historia,
los hombres del «Playa Girón».
( De Silvio Rodríguez)
Praia Girón: o símbolo de meio século da luta anti-imperialista
No dia 15, seis bombardeiros B-26, com as cores da Força Aérea cubana tentaram destruir a pequena aviação revolucionária. Na tarde de 16, durante os funerais das sete vítimas destes ataques aéreos, Fidel, então com 34 anos, afirmou publicamente o caráter socialista da Revolução:
"O que os imperialistas não podem perdoar-nos, é que nós tenhamos feito uma revolução socialista, debaixo do nariz dos Estados Unidos".
Os invasores, apoiados pelos serviços secretos norte-americanos, de 17 a 19 de Abril, atingiram as praias da Baía dos Porcos, a 200 quilômetros de Havana. A três milhas da costa, uma esquadra, que incluía porta-aviões e infantaria de marinha, analisava o desenvolvimento da contra-ofensiva revolucionária e dos invasores, permanecendo pronta a intervir. Naquela que foi a primeira grande derrota do imperialismo na América Latina, soldados e milicianos dominaram, em 72 horas, um contingente de 1.400 cubanos exilados, que tentavam retroceder a vitória do movimento 26 de Julio.
Das raízes de Praia Girón aflora uma grande questão: o que teria acontecido se Cuba fosse invadida no ano de 1961? Em meio a essas elucubrações, à custa de muita meditação, emergem as lembranças 200.000 pessoas mortas na República da Guatemala, segundo alguns historiadores, índios em sua maioria. Quantos mortos haveria em Cuba, com mais habitantes, melhor armados e com tradição de lutas? A mesma política intervencionista, que gerou 30.000 vítimas na Nicarágua, contou com a cumplicidade da máfia do narcotráfico aliada aos "contras" nicaraguenses. Na década de 1980, em meio à onda de intervenções nos países da América Central, foram enviadas tropas à ilha caribenha de Granada, com o "objetivo" de evitar a expansão do comunismo na América Latina.
"Que cheguem sempre que quiserem! Ficaremos à espera deles com os fuzis na mão. Nossa história é plena de dias de glória, que ninguém poderá apagar, de recordações dos que deram suas vidas generosas combatendo em qualquer canto da ilha ou do mundo”, como relatou em inesquecível depoimento o cubano Emilio Rodríguez Montesinos, uma das muitas testemunhas de tão memoráveis feitos.
Fonte: www.grabois.org.br
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Servidores da Educação estadual vão parar por 72 horas
01:07
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Categoria deliberou pela paralisação de advertência de três dias a partir da próxima segunda-feira (18)
Servidores da Educação estadual iniciam na próxima segunda-feira (18) uma paralisação de advertência de 72 horas em protesto contra a propostra dereajuste salarial de 5,91% feita pelo governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) na última sexta-feira (8). A categoria rejeitou a oferta, em assembleia realizada no Clube Fênix Alagoana, em Jaraguá, nesta quarta-feira (13).
Um ato em frente à sede da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte, na segunda-feira, vai marcar o começo da suspensão das atividades. De acordo com a secretária de formação sindical do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), Girlene Lázaro, após os três dias de interrupção das atividades, os servidores decidirão se vão deflagrar greve por tempo indeterminado. “O Sinteal convocou os trabalhadores da Educação de todo o estado”, ressaltou Girlene.
A secretária explicou ainda que a pauta desta assembleia, que contou com aproximadamente 1.500 servidores oriundos de diversas regiões de Alagoas, foi o reajuste salarial concedido aos servidores estaduais. Ela lembrou que, em virtude da recusa do reajuste, a categoria ainda busca possível negociação. “A medida foi insatisfatória. O governo não nos paga nem o piso nacional, que é lei federal”, complementou Girlene Lázaro.
Fonte: www.gazetaweb.com
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- Naldo
- Ex-diretor da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e ex-presidente da União da Juventude Socialista (UJS) de Alagoas. Atual militante e presidente do Comitê Municipal de Maceió do Partido Comunista do Brasil, PCdoB.
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