domingo, 27 de fevereiro de 2011
Olavo Calheiros faz veemente discurso contra governo Téo Vilela
21:43
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O deputado estadual Olavo Calheiros, designado líder do PMDB na Assembléia Legislativa de Alagoas, ocupou a tribuna da Casa em sua sessão da última quarta-feira, 23/02, para fazer um forte e contundente pronunciamento cujo principal alvo foi o governo estadual de Téo Vilela (PSDB).
Deputado Olavo Calheiros na Assembléia Legislativa de Alagoas |
Depois dos últimos acontecimentos na Câmara Municipal de Maceió, onde toma forma um campo de independência e de oposição ao governo municipal de Cícero Almeida (PP), foi a vez da Assembléia Legislativa de Alagoas, em que o pronunciamento do deputado Olavo Calheiros sobre a gestão de Téo Vilela demonstra uma oposição com capacidade de cumprir seu papel, num discurso há muito não presenciado naquela Casa, palco de sucessivas crises nos últimos anos.
Político experiente, deputado federal por 20 anos, Olavo Calheiros, falando da conclusão do primeiro mandato e do início do segundo mandato do governador Teotonio Vilela Filho, afirmou: “É duro constatar que Alagoas não conseguiu encontrar o caminho do desenvolvimento, da geração de emprego e da melhoria na qualidade de vida das pessoas”.
De forma firme, prosseguiu em suas críticas: “nosso Estado não foi capaz de estruturar um projeto que diversificasse sua economia, promovendo o crescimento econômico e a abertura de novas oportunidades para o povo de Alagoas. Não creio que o atual governo seja capaz de mobilizar a sociedade alagoana. Não me refiro à sociedade society, a dita alta sociedade, mas a que trabalha, a que produz, a que sofre e a que sonha. Não acredito mesmo que este governo seja capaz de construir um ambiente de progresso, de prosperidade e de paz para os alagoanos”.
O deputado disse que suas colocações tomam como base os quatro anos da gestão tucana, “quando o governo se mostrou disperso, fraco, incapaz, extremamente lento, um verdadeiro governo de papel, de espuma, sustentado pela mídia, através da propaganda falsa, mentirosa e cara. Muito longe, portanto, da expectativa de muitos e das necessidades de todos”.
Olavo Calheiros afirmou ainda que não fosse a “influência do poder econômico, o uso abusivo da máquina do Estado”, o governador não teria sido reeleito. “Artifícios imorais, remanescentes da forma mais primitiva de fazer política, utilizado de maneira nunca vista neste Estado, aliados a várias decisões equivocadas proferidas pelos tribunais durante o processo eleitoral acabaram por tumultuar a opinião da população, tornar a campanha desigual e o resultado, todos conhecemos, mesmo que por uma pequena margem de votos esse governo que aí está recebeu mais quatro anos. Devo deixar claro que sem esses fatos, o resultado na eleição no Estado de Alagoas seria outro e o governador Teotônio Vilela não ia poder alimentar as esperanças falsas que gerou”.
Deixando clara sua posição firme contra o governo estadual, afirmou que acompanhará “cada passo, cada ato, cada gesto do governo”.
Falou ainda da grande crise no Legislativo de Alagoas, “longa e desgastante”, afirmando que o poder “não pode abrir mão de sua prerrogativas”. “Poder que se respeita não transfere, não adjudica suas funções, não delega. Poder que se respeita discute, debate e vota”, acrescentou.
E encerrou falando do que considera “incompetência administrativa” do governo Téo Vilela. “O Estado está tomado pela falta de segurança pública, amedrontado pela criminalidade, completamente descontrolada. Sofrendo com a desigualdade social, amargurado com a precariedade na saúde pública, ostentando níveis baixíssimos na educação, como se estivesse a exibir um troféu à própria incompetência do governo”, disse.
De Maceió, Selma Villela.
Político experiente, deputado federal por 20 anos, Olavo Calheiros, falando da conclusão do primeiro mandato e do início do segundo mandato do governador Teotonio Vilela Filho, afirmou: “É duro constatar que Alagoas não conseguiu encontrar o caminho do desenvolvimento, da geração de emprego e da melhoria na qualidade de vida das pessoas”.
De forma firme, prosseguiu em suas críticas: “nosso Estado não foi capaz de estruturar um projeto que diversificasse sua economia, promovendo o crescimento econômico e a abertura de novas oportunidades para o povo de Alagoas. Não creio que o atual governo seja capaz de mobilizar a sociedade alagoana. Não me refiro à sociedade society, a dita alta sociedade, mas a que trabalha, a que produz, a que sofre e a que sonha. Não acredito mesmo que este governo seja capaz de construir um ambiente de progresso, de prosperidade e de paz para os alagoanos”.
O deputado disse que suas colocações tomam como base os quatro anos da gestão tucana, “quando o governo se mostrou disperso, fraco, incapaz, extremamente lento, um verdadeiro governo de papel, de espuma, sustentado pela mídia, através da propaganda falsa, mentirosa e cara. Muito longe, portanto, da expectativa de muitos e das necessidades de todos”.
Olavo Calheiros afirmou ainda que não fosse a “influência do poder econômico, o uso abusivo da máquina do Estado”, o governador não teria sido reeleito. “Artifícios imorais, remanescentes da forma mais primitiva de fazer política, utilizado de maneira nunca vista neste Estado, aliados a várias decisões equivocadas proferidas pelos tribunais durante o processo eleitoral acabaram por tumultuar a opinião da população, tornar a campanha desigual e o resultado, todos conhecemos, mesmo que por uma pequena margem de votos esse governo que aí está recebeu mais quatro anos. Devo deixar claro que sem esses fatos, o resultado na eleição no Estado de Alagoas seria outro e o governador Teotônio Vilela não ia poder alimentar as esperanças falsas que gerou”.
Deixando clara sua posição firme contra o governo estadual, afirmou que acompanhará “cada passo, cada ato, cada gesto do governo”.
Falou ainda da grande crise no Legislativo de Alagoas, “longa e desgastante”, afirmando que o poder “não pode abrir mão de sua prerrogativas”. “Poder que se respeita não transfere, não adjudica suas funções, não delega. Poder que se respeita discute, debate e vota”, acrescentou.
E encerrou falando do que considera “incompetência administrativa” do governo Téo Vilela. “O Estado está tomado pela falta de segurança pública, amedrontado pela criminalidade, completamente descontrolada. Sofrendo com a desigualdade social, amargurado com a precariedade na saúde pública, ostentando níveis baixíssimos na educação, como se estivesse a exibir um troféu à própria incompetência do governo”, disse.
De Maceió, Selma Villela.
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- Naldo
- Ex-diretor da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e ex-presidente da União da Juventude Socialista (UJS) de Alagoas. Atual militante e presidente do Comitê Municipal de Maceió do Partido Comunista do Brasil, PCdoB.
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